A recarga do elétrico não é toda igual. Muda a potência, o tempo e o tipo de conector. Aqui você entende os níveis, a diferença entre AC e DC e qual tomada cada veículo usa no Brasil.
Toda a diferença começa por aqui. A bateria só guarda energia em DC — o que muda é onde acontece a conversão.
É a energia que sai da tomada. O próprio veículo converte para DC pelo conversor de bordo, que tem limite de potência. Por isso a recarga em AC é mais lenta — ideal para casa e para a recarga durante a noite.
A estação já converte a energia e envia DC direto para a bateria, sem passar pelo conversor de bordo. Por isso a recarga é muito mais veloz — é o padrão das estações rápidas em rodovias e postos.
Os valores são referência para uma bateria de porte médio (cerca de 60 kWh); o tempo varia com o modelo e cai bastante em híbridos plug-in, que têm bateria menor.
O cabo que costuma vir com o veículo, ligado numa tomada de três pinos (20A). Serve para emergência, híbrido plug-in ou recarga eventual à noite. Evite tomada de 127V.
A estação dedicada instalada na parede. A de 7,4 kW é a mais comum no país e resolve o dia a dia de quem faz a recarga em casa. Precisa de instalação profissional.
A estação rápida de rodovias, shoppings e postos. Nos modelos mais potentes, dá para chegar a 80% em menos de 25 minutos. É a opção de viagem.
O sistema da bateria reduz a potência de entrada perto dos 80% para preservar a vida útil das células. Por isso as estações rápidas medem o tempo de 10% a 80% — o último trecho, até 100%, é sempre mais devagar.
O nível define a velocidade; o conector define o encaixe. No Brasil, o padrão se consolidou em torno do Tipo 2 e do CCS2.
O conector de origem europeia adotado pela maioria das marcas e estações do país. Cobre a recarga em casa e nos pontos públicos em AC, com até 22 kW na versão trifásica.
É o Tipo 2 com dois pinos extras embaixo, para a recarga rápida em DC. Um único conector cobre AC e DC, o que o tornou o padrão das estações rápidas — com potência de 50 kW a mais de 350 kW.
Conector de recarga rápida em DC de origem japonesa. Foi comum no início, mas perdeu espaço para o CCS2 e hoje aparece em poucos modelos no país.
Padrão mais antigo de AC, comum na América do Norte e no Japão, com até 7,4 kW. Saiu dos modelos novos no Brasil, mas ainda aparece em veículos importados direto. Precisa de adaptador para estações Tipo 2.
Com a tarifa em mãos, a calculadora mostra o custo por quilômetro, a economia por mês e o payback contra gasolina, etanol, diesel e GNV.
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